03 novembro 2006

Recuperei esta Pérola da Edição de 28-06-2006 de O Mirante

Arquivo: Edição de 28-06-2006

SECÇÃO: Cromos da Bola

27 anos - Paço dos Negros

Paulinho



Paulinho joga habitualmente a defesa direito ou a médio ala direito. Começou a jogar futebol por brincadeira, já adulto, no Paço dos Negros, e agora, aos 27 anos, sente-se plenamente realizado não só por jogar no clube da sua terra, mas também por pertencer a um grupo que é de uma união extraordinária.

Qual foi o momento da sua carreira que mais o marcou pela positiva?

Sem dúvida que foi a recente conquista do Campeonato Nacional do Inatel. É um momento que nunca mais esquecerei, não só pela vitória como por toda a envolvência de festa que rodeou o acontecimento. Foi fantástico.

E pela negativa?

Pela negativa, destaco as duas finais distritais perdidas nos dois últimos anos. Foi como que chegar à beira do mar e cair para o lado. Foi realmente uma grande tristeza.

Entre a ida para um jogo da sua equipa, e um convite para uma ida à praia, o que escolhia?

Não tenho dúvida que escolhia o futebol. Provavelmente diria a essa pessoa que não devia estar a falar para mim. Cumpro escrupulosamente os compromissos assumidos, e seria incapaz de abandonar o grupo de amigos e a paixão que tenho pelo futebol e pelo Paço dos Negros.

Um bom jogador de futebol deve saber jogar em qualquer lugar?

Um bom jogador de futebol deve sobretudo jogar onde o treinador o manda jogar. Deve estar preparado para servir a equipa e saber cumprir todas as suas instruções, porque se o treinador o manda jogar naquele lugar é porque confia nele.

Os treinos são uma chatice?

Não. Os treinos são uma alegria. É lá que nós temos mais pica, eu valorizo muito os treinos, porque é lá que nós arranhamos ao máximo, é lá que temos as nossas picardias, e é lá que solidificamos a nossa amizade e nos preparamos para os jogos.

Um bom balneário é meio caminho andado para o êxito?

Não é meio caminho, é o caminho inteiro. É muito importante. Acima de tudo, o segredo da vitória do Paço dos Negros esteve precisamente na união do grupo, na amizade existente entre jogadores, treinadores e dirigentes.

Se o convidassem para jogar numa equipa onde todos os outros elementos fossem do sexo feminino aceitava?

Se fosse no Paço dos Negros aceitava de bom grado porque ia jogar com a minha namorada, que é a capitã da equipa feminina, e provavelmente ia ajudar-me a fazer uma integração mais fácil.

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